sábado, 31 de março de 2012

Racismo um Problema da Sociedade


O Racismo é um problema que vem desde há muitas gerações. Sempre foi um problema da sociedade. Muitas pessoas têm um certo mal-estar em relação a outras que não sejam da mesma classe social, da mesma raça, que tenham alguma opção diferente ou que tenham alguma diferença física.
Já na Roma antiga, os Romanos chamavam bárbaros aos que não falavam a mesma língua e tinham costumes diferentes.
Nos dias de hoje já não existe Império Romano mas o racismo continua.
Não devemos desvalorizar as pessoas que são diferentes de nós.
Muitas das vezes as pessoas que são vítimas de Racismo valem muito mais do que aquelas que são racistas.
O que é que importa se somos brancos ou negros, se somos ricos ou pobres, se temos roupa de marca ou não? Afinal todas as pessoas são diferentes, mas no fundo todas são iguais.

Leonardo Oliveira Nº15

Sociedade

A saúde é um grande problema para toda a população brasileira, principalmente a pública pois o Brasil, segundo estudos, gasta menos que a metade de acordo com países como Alemanha e Canadá.
Hoje em dia no Brasil é muito difícil para a pessoa que tem problemas de saúde sérios e depender da saúde pública, todos que possuem condições melhores com certeza vão para a saúde privada. Agora me diz: Até quando o Brasil vai gastar milhões e milhões em estádios para futebol enquanto pessoas morrem por não terem um atendimento bom?
ACORDA BRASIL !


João Pedro Carvalho de Barros N°12 1°EM

Dólar fecha em leve queda nesta sexta.


Dólar fecha em leve queda nesta sexta, mas sobe mais de 6% no mês
A moeda norte-americana recuou 0,05%, cotada a R$ 1,8262 para venda.
Nesta sexta, Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio.

O dólar comercial fechou em leve queda pelo segundo dia seguido, a despeito do leilão de compra no mercado à vista do Banco Central realizado nesta sexta-feira (30). Apesar disso, a moeda garantiu alta na semana e valorização superior a 6% no mês.
A moeda norte-americana recuou apenas 0,05% no dia, cotada a R$ 1,8262 para venda.
Na semana, com três dias de alta e duas quedas discretas, a moeda dos Estados Unidos acumulou alta de 0,88%. O dólar fecha o mês de março com valorização de 6,17%. No ano, a moeda reduziu a queda – que já ultrapassou os 9% – para 2,26%, até o momento.
A alta acumulada em março ocorreu após o governo tomar mais medidas em relação ao câmbio, primeiro aumentando de dois para três anos o prazo de incidência do Imposto sobre Operações Financeira (IOF) sobre empréstimos externos, e depois de três para cinco anos.
Atuação do Banco Central
Nesta sexta, o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio. A autoridade monetária realizou um leilão de compra de dólares no mercado à vista, com taxa de corte de R$ 1,8247. A última vez que o BC havia realizado um leilão à vista foi na quarta-feira.
Para o operador de câmbio da corretora Renascença, José Carlos Amado, a quase estabilidade da moeda nesta sexta ocorreu em função da atuação do BC. "O BC viu uma entrada de dólares no mercado e atuou antes que a moeda caísse mais próximo do fechamento", disse.
A autoridade monetária tem se tornado menos previsível nas suas atuações, evitando que o mercado acredite que ela vai operar em um determinado patamar. Parte de profissionais do mercado acredita que o BC não deixará a moeda cair abaixo de R$ 1,80.
Na maior parte do dia, a moeda norte-americana estava em queda, acompanhando melhora no cenário internacional. Entre as notícias positivas, destaca-se a da decisão da zona do euro de aumentar o limite combinado de empréstimo dos seus dois fundos de resgate para € 700 bilhões, ante os € 500 bilhões definidos anteriormente.
Segundo a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, essa decisão dará suporte aos esforços do órgão para aumentar seus próprios recursos.

Jonathan Oliveira Silva / Número 14º

Intercâmbio cultural revela a produção artística nos países lusófonos


Um encontro artístico que parte da unidade linguística. Escritores, artistas plásticos, músicos e bailarinos de oito países que têm o português como idioma - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste - aproveitam-se da identidade na língua para criar uma aproximação maior no campo das artes. Apesar de partir da semelhança no idioma, esse encontro lusófono quer justamente revelar a diversidade na produção artística desses países. E Rio Preto já representa o Brasil nesse intercâmbio. A mais nova iniciativa é a criação da revista Ares e Mares, concebida por um grupo rio-pretense que tem o mesmo nome da publicação.

O coletivo tem à frente os escritores Roseli Ferraz de Arruda, Edilene Gasparini Fernandes e Armando Cristóvão Ribeiro - que é português, mas mora em Rio Preto. O anúncio do lançamento da revista acontece este mês em Portugal, aproveitando que os três integrantes do grupo Ares e Mares estarão naquele País participando de uma “expedição” de autores, denominada “Viagem às Nascentes da Língua Portuguesa”.


Nome: Rafael Akira    nº: 26     1ª EM

Cerca de 30% dos brasileiros têm videogame, diz pesquisa do Ibope

Uma pesquisa divulgada pelo Ibope nesta sexta-feira (30) afirma que 31% dos brasileiros têm videogame em casa. De acordo com o estudo, o PlayStation 2 ainda é o aparelho mais popular e, na região Sudeste, as vendas de Xbox 360, da Microsoft, se equipararam ao PlayStation 3, da Sony. O levantamento, encomendado pela distribuidora de jogos NC Games, foi divulgado nesta sexta-feira (30), no evento Game World 2012, que ocorre até domingo (1º) em São Paulo. Foram entrevistadas 2 mil pessoas em 142 municípios, em fevereiro passado.

O motivo do Xbox 360 se equiparar em vendas ao PS3, conforme o Ibope, é a redução de preço e a fabricação nacional do console da empresa fundada por Bill Gates no país. Nas outras regiões, o PS3 é o console da nova geração mais popular. Os dois, contudo, perdem para o PS2, console lançado nos EUA no ano 2000. O Wii, da Nintendo, não foi citado na pesquisa.
Segundo o levantamento, os gamers ainda compram os jogos no mercado informal, em camelôs e nas ruas. Cerca de 48% dos entrevistados disseram comprar jogos nestes locais e,  na maioria, são cópias alternativas. Lojas especializadas respondem por 17% das vendas de jogos, de acordo com o Ibope.

Segundo o levantamento, os gamers ainda compram os jogos no mercado informal, em camelôs e nas ruas. Cerca de 48% dos entrevistados disseram comprar jogos nestes locais e,  na maioria, são cópias alternativas. Lojas especializadas respondem por 17% das vendas de jogos, de acordo com o Ibope.

Entre os entrevistados, 20% afirmam que compraram mais de dez games em camelôs em um período de seis meses, enquanto apenas 4% disseram fazer o mesmo em lojas especializadas. O motivo, obviamente, é o preço. Nos camelôs, games piratas saem por cerca de R$ 10, enquanto um jogo oficial sai por R$ 180. Ainda no mercado informal, o mesmo título original sai por R$ 120 ou até R$ 100.

Conclusão
Hoje em dia os videogames e computadores estão presentes em todos os lugares. Os computadores nos ajudam de diversas formas, mas assim como os videogames também são usados para jogar.
Assim como a pesquisa mostra, muitos brasileiros possuem o videogame em casa, mas muitos esquecem que os videogames são apenas passatempos e acabam ficando tempo de mais.
Também existe a pirataria no mundo dos videogames, onde comprar os jogos por outro lugar sai mais barato que comprá-los em uma loja especializada.
E nessa crescente disputa, vão surgindo novos videogames cada vez melhores, e junto deles o problema do sedentarismo também aumenta

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/03/cerca-de-30-dos-brasileiros-tem-videogame-diz-pesquisa-do-ibope.html

Nome: Marcelo Henrique  Nº: 20