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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A violência urbana é particularidade da sociedade brasileira?


A violência urbana tornou-se hoje um tema de debate nacional. É claro que a violência, seja no campo ou nas cidades, sempre ocorreu, assumindo formas específicas conforme o momento histórico, e atingindo, preferencialmente, as camadas subalternas da população. E, tenha sido praticada diretamente pelo Estado ou por seus agentes, pelos grupos dominantes ou até por bandidos comuns, sempre deixou cicatrizes profundas.
Em fins dos anos 60 e início dos 70, jornais e revistas começaram a dedicar mais atenção ao tema da violência urbana, particularmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Além da violência política do governo ditatorial, essa foi também a época do auge do "esquadrão da morte". No decorrer dos anos 70, assaltos brutais, tráfico de drogas e de armas, extermínios, homicídios e chacinas, praticados por policiais, bandidos ou pessoas comuns, multiplicaram-se em uma proporção assustadora. A década de 80, mesmo com o fim do governo militar e a restauração do processo democrático, apenas aprofundou essa tendência.

Na década de 90, o sentimento das pessoas que vivem nas cidades brasileiras é de medo e perplexidade diante da brutalidade de muitos crimes, assaltos e homicídios. Mas, o grande espanto é com a aparente frieza e ausência de limites de muitos dos criminosos que praticam tais atos. Esses homicídios desenrolam-se dramaticamente em nosso cotidiano. Em março de 1999, em São Paulo, entre outros casos trágicos, um jovem assaltante entrou na pequena barbearia, de propriedade de um homem de 60 anos de idade, rendeu os presentes e dirigiu-se ao caixa. Quando constatou que só havia R$ 6,00, disparou um tiro que atingiu mortalmente o velho barbeiro, embora ele tivesse permanecido imóvel, sem esboçar qualquer reação. A vítima morreu ao dar entrada no hospital. Esta selvageria e crueldade não ocorrem apenas nos assaltos. Em Brasília, um fato recente chocou o país. Jovens de classe média alta atearam fogo ao corpo de um índio que dormia nas ruas da cidade. E, na tentativa de se defenderem perante a polícia, argumentaram que não sabiam que a vítima era um índio, que pensaram que era "apenas um mendigo" e que tinham jogado gasolina e posto fogo às suas vestes "por brincadeira".

A questão com que nos defrontamos é se os comportamentos relacionados aos crimes e situações estudadas são ou não particularidades da sociedade e do Estado brasileiro. Buscar as articulações e mediações internas aos fenômenos analisados é um dos meios de que dispomos para compreender alguns dos acontecimentos centrais não apenas da sociedade brasileira, mas da sociedade contemporânea em geral.



Tainá Pekny n° 28


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fumar maconha na adolescência diminui QI na vida adulta, diz estudo

Danos à memória e à atenção são maiores quanto mais jovem for o usuário.
Pesquisa acompanhou mais de mil pessoas por 35 anos na Nova Zelândia.

Adolescentes que fumam maconha podem se tornar adultos menos inteligentes, segundo um novo estudo feito em conjunto por pesquisadores britânicos e neozelandeses.

  • Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país
  • Liberação medicinal da maconha não induz uso em adolescente, diz estudo
  • Riscos da maconha são 'subestimados', dizem especialistas
  • '80% começam pela maconha', diz psicólogo que atende viciados no AM
Os resultados, publicados na revista científica americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS), apontam que o quoeficiente de inteligência, o famoso QI, sofre uma redução pelo uso contínuo da planta do gênero Cannabis sativa.
Foram avaliadas 1.037 pessoas (52% homens) nascidas entre 1972 e 1973 na cidade neozelandesa de Dunedin. A maioria foi acompanhada dos 3 aos 38 anos de idade.
De acordo com os autores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, da Universidade Duke e do King’s College de Londres, ambos no Reino Unido, o prejuízo psicológico e cognitivo – ligado a áreas como atenção, raciocínio e memória – é maior entre os usuários mais jovens.

Os pré-adolescentes também tendiam a se tornar usuários persistentes anos mais tarde. Segundo os cientistas, liderados pela pesquisadora Madeline Meier, os efeitos tóxicos da maconha sobre o cérebro continuaram se manifestando no dia a dia mesmo depois da interrupção do uso, de os indivíduos passarem por anos de educação formal e de evitarem outras drogas – incluindo as lícitas, como o álcool.

Conclusão: Hoje todos os países enfrentam o problema das drogas todos os dias, inclusive o Brasil. O uso dos mesmo faz com que as pessoas tenham sua inteligência diminuida, pois a maconha libera efeitos Tóxicos no cérebro.

Notícia Completa em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/08/fumar-maconha-na-adolescencia-diminui-qi-na-vida-adulta-diz-estudo.html

Nome: Marcelo Henrique
Número: 20

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Internet, meu amor!

Admito, sou muito viciada em internet, passo no minimo 5 horas por dia online e não tenho vergonha nenhuma disso! Foi graças a internet que mantenho contato com meus amigos antigos, de infância, que marcaram minha vida de uma forma indescritível e seria o fim perder algo tão forte como uma amizade verdadeira. E ainda, meu melhor amigo que se mudou para a Europa vai fazer dois anos, continua sendo meu melhor amigo. Meus parentes que moram longe, os meus interesses ficam registrados à todos, se tivermos algo em comum, não tenha medo de conversar com um internauta, eles são bem, garanto! Meus valores, meus amores... Conheci meus amores através da internet. Medo? Jamais. Receio, talvez... Mas valeu a pena! Alguns dos meus grandes amigos, conheci através do TUMBLR , um rede social, misturada com blog que é fantástico, não deixe de conferir! Alguns pelo FACEBOOK, outros até mesmo mesmo ORKUT, que passou, mas marcou, vamos concordar. Essa galera louca, gera conhecidos, amigos, amores, casamento, filhos, sociedades comunidades inteiras só com um perfil. Passamos os limites, e tenho orgulho disso! Não tenham medo de ser quem são de verdade, independente de onde estiverem, afinal, como diz Kurt Cobain: "Querer ser outra pessoa, é um desperdício da pessoa que você é."
ALGUNS LOUCOS QUE CONHECI PELA INTERNET:




 

Ellora Haonne / Nº 11 / 1º E.M

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A convivência na sociedade

A vida em sociedade fica mais fácil quando entendemos que dependemos uns dos outros para viver melhor, e que juntos somos mais fortes.Os seres humanos não vivem juntos apenas por escolha, mas porque conviver com outras pessoas é uma necessidade , por exemplo se alguem de livre e espontanea vontade decidisse se isolar de tudo e de todos em algum tempo sentiria falta de uma companhia, de alguem para conversar, trocar ideias e aí discutir sobre coisas que discordam. Em uma sociedade DISCORDAR faz parte,ate porque um grupo de pessoas que convivem diariamente fazem coisas e tem atitudes diferentes mesmo sabendo que isso muitas vezes nos traz brigas, discussoes e ate morte. Sabemos que nao concordamos com a opiniao dos outros, mas temos que ser tolerantes...e conviver com as diferenças.

Mayla B. da Silva

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que é sociedade?

Sociedade, será que esse assunto e tão simples assim? Teria algo a mais alem de ser só um conjunto de pessoas? A forma de falar, a cultura de cada país, a comida, o estilo de se vestir cada país tem o seu ou cada sociedade tem a sua. Sociedade tambem e quando as pessoas se interagem entre si, se ajudam a resolver os problemas do cotidiano, conversam sobre diversas coisas e ajudando ainda mais a ter uma convivencia melhor nessa sociedade.
Rafael Akira

O que há dentro de uma sociedade?

O que é uma sociedade? um conjunto de pessoas, é a resposta mais comum, mas será que é só isso? o que faz parte de uma sociedade? A cultura por exemplo... Cada povo; país tem sua cultura, sua maneira de viver, o que você sabe do seu país(a cultura)? festas como o carnaval, comidas tipicas como a feijoada e carnes variadas, roupas tipicas, cada regiao tem a sua, tipos de musicas diferentes como sertanejo; samba; pagode; funk, sotaques, nao só o jeito caipira de falar, mas nao se esqueça das gírias, jovens são os que "dominam" o palavreado, mano, cara, velho, tá ligado...e os mais velhos? também tem o seu "jeito" de falar, aquelas frases; ditados que o seu(a) avô(avó) fala e você nao entende "bulhufas"? então... esse é o jeito deles.E você? o que mais você acha que tem dentro de uma sociedade?

Tainá Pekny Gomes

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Facebook tira do ar páginas com piadas sobre estupro





O site de relacionamentos,Facebook, retirou do ar varias páginas que faziam piadas sobre estupro. Depois de receber críticas de ativistas e anunciantes, entre elas a polêmica :"Você sabe que ela está bancando a difícil quando você corre atrás dela num beco escuro".
A organização disse que não há espaço no Facebook para conteúdo raivoso, ameaçador ou que incite violência".
Apesar disso, mensagens polêmicas podem ser mantidas, se seus administradores as classificarem como humorosas ou satíricas.
Orlagh, uma estudante de Belfast, na Irlanda do Norte, que tem 22 anos, disse à BBC que viu a página e ficou preocupada.
Orlagh disse que isso não é só uma piada. Tem pessoas ali (na pagina do facebook) que defendem o estupro e tem pessoas ali que estão, aparentemente, confessando ter estuprado. O Facebook é uma força social significativa e a forma como o site vê a mulher é preocupante, já que imagens de mulheres amamentando, são consideradas obscenas e estupro não.
Denúncias
O Facebook disse à BBC que eles levam denúncias de material ofensivo ou questionável muito a sério. No entanto, também querem que o Facebook seja um lugar onde as pessoas podem discutir questões abertamente e expressar suas visões, ao mesmo tempo respeitando os direitos e sentimentos dos outros.
Em agosto, o Facebook disse: "Contar uma piada de mau gosto não vai fazer você ser expulso do seu bar local, assim como não vai fazer você ser retirado do Facebook."
Críticas:
A relutância inicial da empresa em intervir provocou críticas de ativistas, além de reclamações de anunciantes, que não queriam ser associados à páginas polêmicas.
Entidades de apoio a vítimas de estupro e defesa das mulheres elogiaram a decisão de remover as páginas, mas disseram querer ainda mais do Facebook. Jane Osmond, do website Women's Views On News (Opiniões das Mulheres Sobre o Noticiário) disse: "Simplesmente retirar as páginas do ar não é suficiente", "O público precisa saber se o Facebook mudou sua posição, ou se apenas removeu as páginas para proteger sua imagem pública."
Especialistas dizem que a situação é delicada para o Facebook.


Texto escrito por: Jamilly Victoria

Aborto: Um atentado contra a vida?

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“Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registrar talvez o grito a favor da vida mais eloqüente conhecido até hoje.”

* Leia a história da foto aqui: http://aborto.aaldeia.net/uma-fotografia/

Na postagem anterior falamos sobre a gravidez na adolescência, um grande problema na sociedade que afeta o futuro de muitos jovens.
E agora estudando mais sobre o assunto, abordaremos o tema aborto.

O aborto pode ser espontâneo ou induzido, interrompendo uma gravidez.
E um dos grandes problemas de hoje é que quando jovens moças ficam grávidas resolvem optar pelo aborto, que é feito de forma ilegal. Abortos realizados clandestinamente trazem sérias complicações, podendo, inclusive, levar a gestante ao óbito.

"Uma vez mostraram-me fotografias de fetos abortados. O que mais me impressionou foi o seu ar de humilhação. Espalhem imagens dessas com a frase: “aqueles que ninguém quis amar”. 
(Sophia de Melo Breyner Andresen)"




E uma das grandes questões é: o aborto induzido é um crime ou um direito?
Muitos dizem que o aborto não é um crime já que a criança ainda não nasceu sendo assim não prejudicariam ninguém ao fazer o aborto e sim ajudariam pois seria uma criança a menos vivendo nas ruas ou abandonada em orfanatos, porém muitas outras pessoas defendem o seguinte ponto: Uma vida é gerada a partir da fecundação do óvulo, a partir daquele momento está se formando uma nova vida, e o aborto é um atentado contra a vida de um inocente, totalmente indefeso.
Existem instituições que lutam contra o aborto induzido que defendem a preservação da vida desde sua concepção.

“Muitos dizem que defendem a legalização do aborto como uma forma de preservar a vida de mulheres que o praticam, pois estariam correndo risco de vida em clínicas clandestinas. Dizem tratar-se de um problema de saúde pública. Na realidade é mais que isso. Se temos 1,5 milhão de abortos, temos, no mínimo, 1,5 milhão de mortes”, afirma a Doutora Lenise Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da UnB e presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida.


Estatística de abortos no mundo:
Numero de abortos por ano: entre 46 a 55 milhões
Numero de abortos por dia: aproximadamente 126.000
Onde ocorrem 78% de todos os abortos são realizados em países em desenvolvimento e os restantes 22% em países desenvolvidos.


Aproximadamente 97 países, com cerca de 66% da população mundial, têm leis que em essência permitem o aborto induzido.
Todos os anos cerca de 26 milhões de mulheres realizam abortos legais, enquanto que 20 milhões de abortos são realizados em países onde esta prática é restringida ou proibida por lei.


Enquanto o aborto é discutido entre pessoas, instituições e religiosos, ainda existem muitas jovens que continuam morrendo em clínicas clandestinas de aborto.


Bibliografia:
Produzido/editado/revisado por: Luíza de Lara Ribeiro nº 21 e Marcela Tamagnini Godinho Dias nº22